16.2.12

28 de abril - II Manifestação Nacional Anti Vivissecção e Experimentação Animal



Norah André
Coordenadora da II Manifestação Nacional

No dia 28 de abril de 2012, às 15 horas, em diferentes cidades brasileiras e do exterior, estará acontecendo a II Manifestação Nacional Anti Vivissecção e Experimentação Animal no Brasil.

No ano passado, com muito custo __ mas com excelente repercussão na mídia nacional __ conseguimos realizar a I Manifestação Nacional, com a participação de 5 capitais brasileiras: São Paulo, Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
Este ano,  já temos, com apenas 1 semana de contatos, a participação confirmada de 23 cidades brasileiras, com excelentes perspectivas de expansão internacional.
Através do link geral nacional, você pode ir acompanhando as novas adesões, ao longo das próximas semanas:

http://www.facebook.com/events/3100925157/
As manifestações, embora diversificadas de acordo com as possibilidades de cada cidade participante, obedecerão a um critério único, centralizado a partir da proposta formulada pelo Cadeia, que é de ordem abolicionista radical.






A ênfase é diretriz se refere a 2 pontos fundamentais:

- INDIGNAÇÃO: a exposição à sociedade, em termos claros e explícitos, do que se passa dentro das faculdades brasileiras de "segunda linha" que, ao invés de adotarem as alternativas éticas existentes à experimentação animal e à vivissecção, ainda insistem na política de que "é mais barato MATAR do que fazer ciência". Atos de torturante abuso, crueldade inimaginável, "experiências" em que cães, gatos, hamsters, coelhos e camundongos tem suas vidas ceifadas, sem que haja para isto qualquer fundamentação, ética ou científica.

- INFORMAÇÃO: levar ao conhecimento da sociedade, em grande parte ainda habituada a crer que a experimentação animal "é um mal necessário", que este argumento é mentiroso e não se sustenta, em hipótese alguma. Fornecer informações sobre os métodos éticos alternativos existentes, hoje empregados, inclusive, pelas faculdades e instituições de ensino de primeira linha internacionalmente.

Em toda esta fase que precede a Manifestação pública propriamente dita, no dia 28 de abril de 2012, divulgar as empresas cujos produtos postos à venda no mercado nacional e internacional NÃO adotam testes em animais e que são, por isso mesmo, consideradas cruelty-free.

À exemplo do que já acontece em outros países, onde a pressão da sociedade vem obrigando as empresas a se adequarem à política de respeito aos direitos animais, é nosso objetivo iniciar uma séria campanha que OBRIGUE as empresas que comercializam produtos no mercado brasileiro a se comprometerem com a criação do SELO que garanta que sua produção seja garantidamente LIVRE de sofrimento animal.





Recentemente assistimos ao caso da Avon, que está sendo hoje processada internacionalmente, por MENTIR em suas declarações de ser isenta de testes em animais. O processo judicial só está sendo possível porque anteriormente a Avon __ que agora se descobriu realiza os testes de seus produtos na República da China __ havia se comprometida com MAIS do que uma mera declaração, ao protocolar seus produtos com o SELO que levou muitos consumidores a serem enganados.

Apenas a sociedade unida conseguirá produzir esta mudança de conduta no Brasil.

Até aqui, tudo o que temos à nossa disposição, são palavras e a relação do consumidor com as empresas nacionais tem se baseado exclusivamente na BOA FÉ de quem consume seus produtos, o que tem gerado imenso campo para dúvidas em relação a muitas empresas hoje tidas como isentas de testes em animais..

A PRESSÃO do CONSUMIDOR continua sendo a única arma disponível para que o cenário se modifique também aqui no Brasil.

Faça a sua parte. Informe-se. Manifeste-se.
BOICOTE as empresas que testam em animais.
E NÃO se matricule em faculdades que ainda ASSASSINAM animais.
Não apenas por questões éticas, mas também porque ignoram e desrespeitam a evolução da ciência ao longo das últimas décadas, de expressivos avanços, na criação de métodos de resultados infinitamente mais fidedignos do ponto de vista do avanço científico propriamente dito.

Links das  cidades já confirmadas até a presente data:

iniciativa: Cadeia para quem Maltrata os Animais

Organização Nacional: Norah André

Já confirmadas: (organizadores responsáveis, por localidade)




Rio de Janeiro - Wania McCartney

http://www.facebook.com/events/102584269865293/


São Paulo capital - Lilian Martins

http://www.facebook.com/events/178304675608724/


Brasília - Patricia El-Moor

http://www.facebook.com/events/297344816989265/



Curitiba - Amanda Simão, Hellen Heindyk, Marlene Chaves, Yanê Carvalho

http://www.facebook.com/events/146075898843567/



Florianópolis - Daniel Ribeiro

http://www.facebook.com/events/165051260271903/



Belo Horizonte - Janine Guido

http://www.facebook.com/events/177108889060638/



Salvador - Marco Luppi

http://www.facebook.com/events/337546809599878/



Campo Grande - Renata Costa

http://www.facebook.com/events/170657549709553/



Recife - MDA-PE 

http://www.facebook.com/events/143653892419855/



Manaus - Ingrid Benton

http://www.facebook.com/events/203180553113957/



Teresina - Daniella Marreiros e APIPA

http://www.facebook.com/events/142247725894121/



Natal - Simone Lima

http://www.facebook.com/events/246530108756612/



Goiânia, GO - Patricia Magalhães

http://www.facebook.com/events/102444816548903/



Vitória, ES: Raphael Youth & Grupo Abolicionista pela Libertação Animal 

http://www.facebook.com/events/247774755303414/



Fortaleza, CR - Geuza Leitão, UIPA

http://www.facebook.com/events/236612179761057/



Porto Alegre, RS: Cathy Souto Gaia, Sea Sheperd

http://www.facebook.com/events/306511529404998/



Sorocaba - COMISSÃO DE JUSTIÇA E DIREITOS DOS ANIMAIS

http://www.facebook.com/events/221449147944685/



Nova Friburgo - Alexandra Chevrand

http://www.facebook.com/events/315221098515228/



Niterói - Marcelo Pereira da Costa

http://www.facebook.com/events/171098952998982/



Maringá - Flavio Mantovani

http://www.facebook.com/events/342952659059225/



Tatuí, SP - José Franson

http://www.facebook.com/events/333998683290164/



Itapetininga, SP - Eliane Bazolli

http://www.facebook.com/events/142993549153143/



Caxias do Sul, RS - Silvana Santos

http://www.facebook.com/events/207817525981318/



Praia Grande, SP - 

http://www.facebook.com/events/101591149967400/



Ribeirão Preto, SP - Viviane Alexandre, AVA

http://www.facebook.com/events/224135347675651/?context=create



Poços de Caldas, MG - Sheila Patresi

http://www.facebook.com/events/344008278954502/


Londrina, PR - Carolina Veríssimo

http://www.facebook.com/events/105272216269208/



Blumenau, SC - Sueli Amaral (Hachi ONG)

http://www.facebook.com/events/217764781652115/



Roraima - Nanci Bahia Diniz

http://www.facebook.com/events/252303718179021/



Caxambu, MG - Liana Bahia

http://www.facebook.com/events/283109921756463/



Bauru, SP - Gabriela Righetti

http://www.facebook.com/events/329868397058290/



Foz do Iguaçu, PR - Bruna Borba, Leandro Benhur Martins & Bioma Brasil - UMRAS

http://www.facebook.com/events/320926684619850/



Taubaté, SP - Cristina Lessa, Regina Flavio e Letícia Silva

http://www.facebook.com/events/231905490232235/



Campinas, SP: João Manoel Aguilera Junior.

http://www.facebook.com/events/322514827799328/


Barbacena, MG: Kenia Sfreddo

http://www.facebook.com/events/241949099221976/


Formiga, MG : Carol Reis & Associação Protetora dos Animais de Formiga/MG - APAF

http://www.facebook.com/events/372368846125797/





São José do Rio Preto, SP: Thais Cotês





Campina Grande, PB :_ Lorene Dias Ferreira, Rodrigo Freire Costa, Fórum Municipal de Proteção e Bem  

Estar Animal, e Fórum Estadual de Proteção e Defesa Animal do Estado da Paraíba.

http://www.facebook.com/events/221971611232942/

Jussipe, Chapada Diamantina, Bahia - Will Assunção
http://www.facebook.com/events/240385836055535/

Santa Maria, RS: Luciana Camillo
http://www.facebook.com/events/334277146614206/

Simões Filho, Bahia - Elma Silva Santos
http://www.facebook.com/events/310092515704347/ 

26.11.11

Repensando perspectivas às vésperas do Natal - Conheça o que você come: PORQUINHOS


Da série CONHEÇA o que você COME

Norah André

A maioria dos ocidentais nasceu em famílias não-vegetarianas e foi acostumada desde cedo a não fazer a associação entre a "carne" que come e os simpáticos animais que tanto amou e admirou quando era pequeno.


Como muito bem me disse no outro dia meu sobrinho João Oliveira,
"A grande dificuldade em se sentir empatia por quem não conhecemos explica também em parte por que motivo ainda há tantas pessoas que dizem respeitar os animais, mas continuam a comê-los. Certamente, a maioria das pessoas seria incapaz de continuar a comer animais se associasse aquilo que tem no prato a um rosto ou à personalidade de um ser único e insubstituível.
Um ser tão único e tão merecedor do nosso respeito como os cães ou os gatos com que convivemos de perto e que jamais conceberíamos explorar para nossa alimentação."


No que se refere aos porquinhos não é diferente o que acontece.
Poucos, mesmo quando adultos, fazem a associação entre o "pernil" e o animalzinho lindo dos livros infantis:

Há muito que a ciência reconheceu a extrema inteligência destes animais. Um porquinho adulto tem inteligência comparável à de uma criança de aproximadamente 3 anos de idade. Se lhes é dada a oportunidade de viver de forma natural, são animais extremamente limpos, afetuosos e capazes de estabelecer relações de profunda amizade com o homem.
Há quem tenha reconhecido que os porquinhos podem ser maravilhosos animais de companhia, capazes de atos de bravura e lealdade para com seus "donos", como foi o caso da porquinha fêmea que atraiu a atenção da vizinhança nos EUA quando sua amiga humana teve um enfarte dentro de casa, colocando-se bem no meio da rua entre os carros. Os vizinhos, estranhando o comportamento do animal, a quem conheciam, acudiram em socorro da velha senhora inconsciente dentro de sua própria casa. Não fosse a porquinha, certamente sua tutora teria morrido, sem atendimento médico.


Infelizmente a sociedade humana retirou destes animais toda a sua condição de seres sencientes, condenando-as à morte como mercadoria para a mesa humana.
Se um deles pudesse se fazer ouvir, com certeza nos diria:
"Meu nome não é "pernil". (Nem bacon, nem mortadela, nem linguiça, nem presunto).
"Eu sou um PORQUINHO e QUERO VIVER, tanto quanto VOCÊ!"



Estes mesmos animais, capazes de tantas demonstrações de afeto e inteligência, hoje são submetidos a condições abjetos e aterradoras por seus "criadores":

Hoje, nas chamadas "fazendas industriais" são mantidos em confinamento em espaços mínimos, onde a mamãe porco mal tem condições de se virar de lado, enquanto é "encaregada" de gerar novas crias que serão posteriormente abatidas.


Navarra | Granjas de cerdos - Pig farms from IgualdadAnimal | AnimalEquality on Vimeo.

Há muitos que acreditam pode provar por recurso a documentos históricos que Jesus era vegetariano, assim como os primeiros cristãos:
http://www.elmundo.es/cronica/2003/385/1046615205.html
Neste Natal, faça diferente.
Algo bem mais compatível com o nascimento do Mestre, a quem o Natal supostamente faz referência.
Ao invés de comer seus irmãos ou de gastar muito dinheiro com presentes sem fim, presenteie Aquele a cuja memória deveríamos honrar com nossos ATOS, não apenas neste, mas em como todos os dias de todos os anos de nossas curtas vidas.
Considere a possibilidade de aderir ao vegetarianismo/veganismo.
A única atitude eticamente coerente para quem de fato ama animais, e não apenas cães e gatos.



Consulte farto material sobre a incrível crueldade a que os porquinhos são submetidos em:
http://www.animalsaustralia.org/radio/christmas-radio-appeal/



Trailer del documental "Granjas de Cerdos: Una investigación de Igualdad Animal" from IgualdadAnimal | AnimalEquality on Vimeo.

Repensando perspectivas às vésperas do Natal - Conheça o que você come: PERUS

Da série CONHEÇA o que você COME

Norah André

Estes são perus selvagens.
E não os que o homem reproduz em suas granjas industriais.
Não apenas conseguem voar, como são capazes de pequenos vôos de até 75 km/hora.

Os chamados "perus domésticos" (aqueles que a Sadia e outras empresas de carnificina põem à venda no mercado empacotados e sem cabeça, já "preparados" ) não conseguem alçar vôo devido ao seu excesso de peso: super-alimentados e mantidos em minúsculos espaços, não se exercitam e costumam se tornar muito pesados e com peito com muito acúmulo de gordura e de peso.
Nunca tiveram a chance sequer de voar ou abrir convenientemente as asas ...

Livres na natureza, os perus dormem em árvores, longe do alcance dos seus predadores naturais.
(Claro, nada podem fazer para se defender dos homens ....)
Pela manhã dão gritinhos de "bom dia" e todos respondem, como forma de conferirem se todos estão bem e a salvo, depois do período noturno. Só então descem das árvores.


As mamães são super-protetoras de seus ovos que são muito grandes e requerem um espaço maior que outras aves para colocá-los.

Apenas os perus meninos fazem aquele som de "gluglu", usado para se tornar atraentes para suas parceiras. As meninas fazem um som mais discreto e baixo.
Benjamin Franklin afirmou lamentar ter sido a águia o animal escolhido para representar o país (segundo ele, lhe faltam os atributos morais: é um animal covarde, barulhento e vive roubando ...) Já o peru, segundo ele, é um animal muito mais respeitável e nativo exclusivamente da América do Norte.

Hoje cerca de 300 milhões destas aves são abatidos anualmente nos EUA. Grande parte delas para "festividades" celebradas pelos americanos, como o ThanksGiving Day ou as festas de Natal e Fim de Ano. Aqui no Brasil, este cenário não é diferente.

A morte e a tortura começam muito antes da chegada do caminhão que transportará estas aves para o abate. Ela é, na verdade, um processo crônico e torturante com as aves mantidas apertadas em gaiolas minúsculas, em meio aos seus próprios excrementos.



Depois do martírio da jornada, são abatidas neste processo de se tornarem "ceia" para os humanos:





Se pudessem se fazer ouvir, com certeza estas aves nos diriam:
Meu nome não é "chester" e eu não um "produto" para o Natal.
Sou um ser vivente com apego à vida, tal como você.

Se por acaso você acredita que este é um "papo furado", ou que animais não tem sentimentos e apegos, confiram este relato aqui embaixo.


A vida de Joe Hutto mudou por completo quando um fazendeiro do local onde vive deixou uma cesta de ovos de peru na porta de sua casa. Estes fatos foram objeto de um belo documentário feito pela Nature este ano.
Ele descobriu as alegrias da maternidade ao ser adotado por estas belezinhas:
- descobrindo a "mamãe":



- "caçando" com a "mamãe" aos 3 meses de idade:



Talvez você repense seus hábitos e veja com outros olhos o que aparece empacotado com cara de "coisa industrializada" nos supermercados.

Tente trazer VIDA e não MORTE à sua ceia.
Com quase toda a certeza esta parece uma forma muito mais legítima de honrar o nascimento da LUZ entre os homens neste fim de ano que se aproxima.
Namaste

12.11.11

ALERTA de AÇÃO: CHACINA ADICIONAL de FOCAS no CANADÁ


Não bastasse a CHACINA ANUAL de centenas de milhares de focas-bebê (harp seals), incapazes pela imaturidade sequer de tentar fugir de seus assassinos, que as matam covardemente a golpes de marreta por décadas a fio, o Canadá agora "presenteia" o mundo com mais uma iniciativa genocida: o "projeto" consiste em MATAR e ELIMINAR cerca de 70-80 MIL focas cinzentas na costa leste do país.

Este "projeto" tem por "meta" fazer com que os animais parem de consumir peixes dos oceanos.
Ao invés de estabelecer padrões de pesca razoáveis, estabelecendo cotas que permitiriam o reequilíbrio da pesca predatória e industrial, o país parece disposto a convocar "cientistas" em suporte de seu projeto estúpido, sem fundamento, e de ampla repercussão não apenas direta (o assassinato dos animais-alvo) como a médio e longo prazo sobre o já tão precário equilíbrio do sistema marinho.

O ALERTA nos chegou sob a forma de uma mensagem por correio eletrônico do Senador Mac Harb, o único personagem da vida política canadense realmente comprometido com o fim da chacina anual dos bebês-fica em seu país, e que agora nos avisa desta nova "intenção" do governo canadense, solicitando a todos, canadenses ou não, que enviem mensagens de protesto ao Ministério da Pesca do Canadá e aos senadores de seu país, expressando o nosso repúdio e indignação contra mais um ato de imensa selvageria em orquestramento no momento no Canadá.

Abaixo reproduzo o conteúdo do e-mail recebido:

The Honourable Mac Harb

"Dear Friend,
The Senate Standing Committee on Fisheries and Oceans has recently begun a study that could result in the killing of 70,000 grey seals off Canada’s East Coast.
The Fisheries Minister is pushing federal scientists to justify the slaughter of seals through contrived studies and one-sided hearings for political reasons. He has decided to ignore factors such as the impact of uncontrolled foreign overfishing in the waters off our coast and the total lack of scientific proof that seals are affecting the cod’s recovery.
The committee is considering an irresponsible cull that could, in my view, have serious negative impact on the Atlantic ecosystem and the long term health of many species, including cod. This slaughter would also result in untold costs to taxpayers and to Canada’s international reputation.
I have called on the committee to do due diligence and gather scientific evidence from all sides of this issue, not simply the studies that fit in with the unjustifiable goal of killing 70,000 seals. I urge you to write to the committee and its members who can be contacted through the Committee website http://senate-senat.ca/pofo-e.asp.
The government needs to know how Canadians and people around the world feel about this indefensible slaughter.
Sincerely,
Hon. Senator Mac Harb"

Sendo assim, e em obediência à solicitação do Senador Mac Harb, por quem o mundo tem imenso apreço e respeito, acredito que muitos de nós gostaríamos de fazer o que nos foi solicitado em caráter de urgência. Como forma de facilitar o envio de E-MAILS de REPÚDIO ao Canadá, relacionei os endereços de e-mails dos destinatários, com cópia para a imprensa internacional, bem como uma carta-modelo para quiser adotá-la.

ENVIAR E_MAIL PARA:

pofo@sen.parl.gc.ca, harbm@sen.parl.gc.ca

COM CÓPIA PARA:
mannif@sen.parl.gc.ca, losier@sen.parl.gc.ca, olived@sen.parl.gc.ca, poyv@sen.parl.gc.ca, hublee@sen.parl.gc.ca, smithc@sen.parl.gc.ca, patted@sen.parl.gc.ca, rainen@sen.parl.gc.ca, cochre@sen.parl.gc.ca, poirir@sen.parl.gc.ca, wattc@sen.parl.gc.ca, lebrem@sen.parl.gc.ca, carigc@sen.parl.gc.ca, cowanj@sen.parl.gc.ca, tardic@sen.parl.gc.ca, atauls@sen.parl.gc.ca, boisvp@sen.parl.gc.ca, braled@sen.parl.gc.ca, brazep@sen.parl.gc.ca, brownb@sen.parl.gc.ca, campbel@sen.parl.gc.ca, champa@sen.parl.gc.ca, chapum@sen.parl.gc.ca, losier@sen.parl.gc.ca, coolsa@sen.parl.gc.ca, cordyj@sen.parl.gc.ca, dallar@sen.parl.gc.ca, dawsod@sen.parl.gc.ca, dayja@sen.parl.gc.ca, debanp@sen.parl.gc.ca, tessil@sen.parl.gc.ca, dicksf@sen.parl.gc.ca, pdowne@sen.parl.gc.ca, mikeduffy@sen.parl.gc.ca, dyckli@sen.parl.gc.ca, eatonn@sen.parl.gc.ca, egglea@sen.parl.gc.ca, fairbj@sen.parl.gc.ca, finled@sen.parl.gc.ca, fortis@sen.parl.gc.ca, foxf@sen.parl.gc.ca, frasej@sen.parl.gc.ca, fruml@sen.parl.gc.ca, fureyg@sen.parl.gc.ca, greens@sen.parl.gc.ca, hervic@sen.parl.gc.ca, lacomd@sen.parl.gc.ca, jaffem@sen.parl.gc.ca, joyals@sen.parl.gc.ca, langd@sen.parl.gc.ca, mahovf@sen.parl.gc.ca, zimmer@sen.parl.gc.ca, wallinp@sen.parl.gc.ca, wallaj@sen.parl.gc.ca, vernej@sen.parl.gc.ca, stewac@sen.parl.gc.ca, smithd@sen.parl.gc.ca, sibnic@sen.parl.gc.ca, kfl@sen.parl.gc.ca, runcib@sen.parl.gc.ca, rivarm@sen.parl.gc.ca, ringup@sen.parl.gc.ca, poulim@sen.parl.gc.ca, plettd@sen.parl.gc.ca, russem@sen.parl.gc.ca, ogilvk@sen.parl.gc.ca, neufer@sen.parl.gc.ca, mcgeed@sen.parl.gc.ca, munsoj@sen.parl.gc.ca, moorew@sen.parl.gc.ca, mocklp@sen.parl.gc.ca, mitchg@sen.parl.gc.ca, meredd@sen.parl.gc.ca, merchp@sen.parl.gc.ca, mercet@sen.parl.gc.ca, mccoye@sen.parl.gc.ca, massip@sen.parl.gc.ca, martin@sen.parl.gc.ca, marshe@sen.parl.gc.ca, pm@pm.gc.ca,
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Sugestões:
Yet Another Slaughter?
We cannot simply accept you behaviour towards marine species
Where is your honour, decency and respect for truth?
Canada has become a shame to mankind

MENSAGEM-MODELO em inglês:

To Prime Minister Harper,
To Canada's Committee on Fisheries and Oceans
To Canada's Senators
To whoever it may concern,

We, decent citizens of the world, will never accept what happens in Newfoundland, Canada. Your country has once again this year started the shameful slaughter of baby seals, clubbed to death, with no respect at all either to their lives, nor to the international public opinion, which, for decades now, has been insistently demanding the end of this annual slaughter.

Now you are intending to kill THOUSANDS of grey seals, allegedly to stop them eating sea fish. This is simply preposterous! There is no way reasonable decent scientists will agree to this absurd idea: wouldn't it be far more reasonable, ethical and effient to simply STOP OVER-FISHING yourselves?
Will you insist in desrespecting good common-sense and the world with your genocide techniques of dealign with marine wildlife?


I am deeply opposed to Canada's annual cruel, wasteful, and unsustainable commercial slaughter of harp seal pups.

Your government is on record stating it will take 'real action' on global warming. And yet you have ignored the one tangible action your government could take to show a little good will to combat the effects of global warming and environmental conservation policies - dramatically reducing the seal hunt quota.

Apart from these serious conservation concerns shared by many Canadians, the seal hunt targets baby animals, a practice that is unacceptable to the majority of Canadians and to the majority of people around the world. In the past two years, 98% of the seals killed have been less than three months old. Severe cruelty has been witnessed and documented at the hunt during the past 30 years and incidents of cruelty are not decreasing.

This hunt only continues to exist because it is propped up by a range of government subsidies and tax-payers money. More and more countries around the world are adopting legislation to ban the import of seal products. You will now have to dump their dead bodies on China, which should be a fact for you to consider, as it means allying Canada to the worst possible country regarding both human and animal rights. SHAME on you, AGAIN.

Instead of investing in meaningful employment opportunities for Newfoundlanders, the federal government continues to fund and support a seasonal and wasteful seal hunt which draws national and international criticism to a proud region of Canada trying to build a reputation for high-tech research and first-class environmental tourism.

I urge you to act immediately to end this unnecessary cruelty to seals and to restore Canada's pride as a humane and ecologically responsible society.

And, needless to say, NOT to start another shameful slaughter, this time of grey seals.


You have the oppotunity right now to do the RIGHT THING: to pass Senator's Mac Harb's bill and immediately STOP fo good the seal salughter in Canada.

Until then I will be forced to promote a very negative campaign of your country, by advising people not to visit your country. I am pretty sure your international tourism will be (and already is) deeply affected as long as you insist to sustain the criminal "economic activity".

In my opinion, your beautiful national flag is now tainted with these creatures' blood. SHAME on you ONCE AGAIN, for desrespecting your own national symbol and people's intelligence and ethical pleads.

One cannot allow this annual crime to go unpunished, accepting in silence a decision taken by you that confronts our feelings and ethical views. We, citizens of the world, have standed this for far too much time. ENOUGH is ENOUGH.
Be prepared to accept the economic impact this boycott will have on your local tourism and economy. We now live in an a global society, and whoever speaks English can make this message and boycott request spread like fire.

Yours sincerely,

(seu nome e país)

21.10.11

Pelo fechamento do Biotério e fim da experimentação animal na UFSC



Esta imagem que abre esta postagem está na internet, como parte dos links oficiais da própria Universidade Federal de Santa Catarina:
http://bioteriocentral.paginas.ufsc.br/ 
Consultando este link, bem como o link abaixo, você verá que em seu biotério, a UFSC "reproduz" estes animais para experimentação, e "adquire outros em fontes externas": 
http://bioteriocentral.paginas.ufsc.br/24/
Conforme o link da própria UFSC:
"O Biotério Central é do tipo criação, reprodução e manutenção" ....de animais.
"O Biotério Central da Universidade Federal de Santa Catarina iniciou suas atividades em 1977 como órgão vinculado ao Centro de Ciências Biológicas, tendo como função reproduzir e manter animais de laboratório destinados ao ensino e pesquisa na Instituição."



Desnecessário dizer o quanto a sociedade brasileira tem se manifestado contra a experimentação animal, hoje sabidamente substituível por métodos alternativos, com resultados infinitamente mais fidedignos do ponto de vista da pesquisa na boa ciência contemporânea, bem como do ponto de vista da aprendizagem.
ISTO sem mencionar o ponto principal: a ÉTICA, pela qual entendemos que o especismo é uma DOENÇA SOCIAL, sustentado apenas pela falta de visão humanitária do corpo social.
Felizmente esta é uma posição que começa a sofrer grandes transformações na mente coletiva, como evidenciam as muitas manifestações públicas de protesto contra esta forma particularmente odiosa (e desnecessária) de exploração animal: a vivissecção e a experimentação em seres sencientes.
Vivemos hoje mundialmente um momento caracterizado pelo descompasso entre as leis e uma nova concepção que começa a se firmar mundialmente, o abolicionismo, pela qual o mundo começa a entender que o direito à vida e à dignidade são um direito de todos os seres sencientes.
De TODOS, sem exceção.


I - Gostaria de poder contar com a ajuda do maior número de pessoas possível para assinar a petição que exige o fechamento do Biotério da UFSC e o fim da experimentação animal na universidade:
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=UFSC2011
(lembrando que é necessário confirmar a assinatura através do e-mail que será imediatamente enviado à sua caixa de entrada, para que sua assinatura seja contabilizada)


II - Tal como fizemos anteriormente com relação à UEM, pediria a vocês que participassem (diariamente, se possível), do ENVIO de E_MAILS à UFSC e às autoridades de Santa Catarina.


Enviar seu e-mail para:
gabinete@reitoria.ufsc.br, bioterio@reitoria.ufsc.br,  prsc@prsc.mpf.gov.br, 


pgj@mp.sc.gov.br, Capital28PJ@mp.sc.gov.br, Capital32PJ@mp.sc.gov.br, 


prjve@prsc.mpf.gov.br,, Marcelo@prsc.mpf.gov.br, analucia@prsc.mpf.gov.br, ABertuol@prsc.mpf.gov.br, caugusto@prsc.mpf.gov.br, fontella@prsc.mpf.gov.br, ebarragan@prsc.mpf.gov.br, maurelio@prsc.mpf.gov.br, pessutto@prsc.mpf.gov.br, walmor@prsc.mpf.gov.br

com cópia para:

ouvidoria@oab-sc.org.br, oabpresidente@oab-sc.org.br, veja@abril.com.br,
oab-sc@oab-sc.org.br, 4camara@pgr.mpf.gov.br, conama@mma.gov.br, crmvsc@crmvsc.org.br,  fiscalizacao@crmvsc.org.br, procuradoria@crmvsc.org.br, imprensa@crmvsc.org.br , cadeia2010@gmail.com, weeacbrasil@gmail.com

Títulos, à sua escolha:

(como sugestão:  Exigimos a implementação de métodos alternativos, Revisão dos critérios e diretrizes de ensino e pesquisa, Caminhando em direção à boa e moderna ciência, etc
De preferência trocados a cada dia, a critério de cada um, ou inventados livremente, para impedirmos a ação dos filtros. É indicado usar expressões genéricas do tipo "desacordo", "profundo desagrado", "indiganção", "atraso", "obscurantismo medieval" etc.)


Ao Senhor Reitor da UFSC
Ao Senhor Procurador Geral do Estado de Santa Catarina
Ao Senhor Promotor de Defesa do Meio Ambiente
Aos Senhores Promotores do Ministério Público Federal de Santa Catarina
A OAB-SC
Ao CRMV-SC

Senhores,

Desejo expressar a minha profunda indignação com o fato de algumas universidades do Estado de Santa Catarina ainda realizarem experimentos com animais, incluídos cães da raça Beagle, e mantê-los confinados em seus Biotérios.
Sem mencionar aqui o que se passa ainda em outras faculdades catarinenses (como a Unisul, a Univali e a Unidesc), para nosso intenso desgosto, a
 UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina possui um biotério com 250 cães beagle, além de outros animais.

http://bioteriocentral.paginas.ufsc.br/24/

Segundo a Declaração Universal dos Direitos do Animal, proclamada pela UNESCO em 15 de Outubro de 1978, “a experimentação animal, que implica em um sofrimento físico e psíquico, é incompatível com os direitos do animal, quer seja uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer outra.”
Esta mesma Declaração afirma ainda: “Cada animal pertencente a uma espécie, que vive habitualmente no ambiente do homem, tem o direito de viver e crescer segundo o ritmo e as condições de vida e de liberdade, que são próprias da sua espécie”.

Consideramos que o confinamento desses cães por estas Universidades, seu uso em experimentos, em aulas de prática cirúrgica e para quaisquer outros fins são atos de CRUELDADE , TORTURA E VIOLÊNCIA, que contrariam os direitos dos animais. É sabido que os animais são seres SENCIENTES, que sentem medo, solidão, dor e angústia, que amam e se comovem.

Nossa Constituição é muita clara em seu artigo 225, parágrafo 1o, inciso VII, ao definir como uma atribuição do Estado o combate aos maus-tratos e à crueldade impostos aos animais.

Há formas mais modernas e sem crueldade e tortura para ensinar, aprender e descobrir a cura para as doenças que afligem o mundo contemporâneo. A substituição dos animais por métodos alternativos no ensino é perfeitamente viável, uma vez que existem inúmeros recursos tecnológicos eficazes, como simuladores do organismo humano, programas de computador interativos, além da observação e prática direta em pacientes humanos, sob cuidadosa supervisão de professores, cultivo de células in vitro, entre outros.

Graças a esses recursos, a maior parte das faculdades de medicina (entre outros cursos) dos Estados Unidos, Itália, Alemanha e Inglaterra já aboliram o uso de animais na prática do ensino. Com isto, alinharam-se àd modernas técnicas do desenvolvimento da pesquisa científica, deixando para trás métodos de confiabilidade extremamente duvidosa, como é do conhecimento da comunidade científica internacional.

No Brasil, esse processo já começou em agosto de 2007, data em que a faculdade de medicina do ABC (SP) tornou-se a primeira a substituir totalmente os animais por outros métodos. Hoje o Ministério da Educação dispõe de um banco de dados (http://www.dominiopublico.gov.br/) totalmente gratuito onde as práticas podem ser gravadas e disponibilizadas para alunos de todo o Brasil, visando a aprendizagem e poupando assim a vida de vários animais, que continuam sendo repetidamente sacrificados em sala de aula, sem qualquer justificativa ou necessidade do ponto de vista da aprendizagem dos estudantes.



Como precedentes legais, existe a ação civil pública movida pelo Ministério Público do Paraná, iniciada em 07 de outubro de 2011, contra a experimentação animal na UEM (Universidade Estadual de Maringá):
http://www.mp.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=1
Bem como a liminar do Juiz Siladelfo Rodrigues da Silva, da 5a vara cível de Maringá, do último dia 17 de outubro de 2011, de n. 0025709-82.2011.8.16.0017
Tais fatos constituem um PRECEDENTE LEGAL, para o qual peço que concedam a devida atenção.
Evidenciam ainda a insuficiência e falta de critérios da fiscalização por parte do CONCEA, órgão ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, responsável pela suposta autorização de projetos de pesquisa envolvendo animais. 



Por tudo isso, reivindicamos aos Senhores que interfiram nestes métodos e alertem o corpo docente das universidades da Grande Florianópolis (Unisul, UFSC, Udesc e Univali) para a existência de métodos científicos substitutivos, e esclareçam seus alunos sobre a necessidade dessa mudança. E que estas universidades parem imediatamente de usar animais em suas práticas e seus laboratórios, utilizando os devidos substitutos para o aprendizado de seus alunos, liberando todos os cães e disponibilizando-os para a adoção. As demais espécies mantidas em confinamento deveriam ser encaminhadas para santuários da vida animal, onde possam receber o tratamento digno compatível com suas espécies.



No caso específico da UFSC solicitamos o encerramento da reprodução de animais para experimentação animal em seu Biotério, bem como que se dêem por proibidas a compra de outras espécies para a mesma finalidade, conforme atesta o site do próprio Biotério da UFSC.


Fatos recentes como a invasão do Biotério da UFSC caracterizam a intolerância com que a população hoje vê este tipo de prática que, além de anti-ética, é hoje sabidamente dispensável, podendo ser substituída por métodos muito vantajosos em termos da confiabilidade de seus resultados quando transpostos para a espécie humana. Vivemos hoje um lamentável descompasso entre as leis vigentes e uma compreensão internacional difundida de que as metodologias existentes são superiores em termos científicos e, sobretudo, ÉTICOS. Manifestações de estudantes e cidadãos brasileiros tornam-se cada vez mais frequentes em todo o país, exigindo o fim deste tupo de metodologia anti-ética, tida pela maioria de nós como tipicamente nazista/especista, ao desconsiderar o valor supremo da vida de outros seres sencientes, tidos por nós como SUJEITOS de direito.

Os benefícios de tais atitudes se refletiriam, principalmente, na valorização da ética no ambiente educacional. O uso de métodos humanitários, além de preservar a integridade ética, moral, psicológica e social dos acadêmicos, possui a vantagem adicional de afetar consideravelmente a imagem das instituições envolvidas, hoje duramente afetada por sua insistência em manter critérios de ensino e pesquisa ultrapassados e anti-éticos, o que até aqui apenas garantiu a sua classificação entre instituições acadêmicas de segundo escalão, extremamente mal vistas em meios científicos que adotam a boa e moderna ciência como diretriz de sua conduta.

Atenciosamente, e confiante que as instituições brasileiras saberão ouvir estas reivindicações e evitar a manutenção de situações de intensos maus-tratos e indignidade a que estes animais são submetidos,

(Nome, cidade-estado, profissão e número de identidade)